Dia a dia pela Itália com preços reais, transporte entre cidades, hospedagem e dicas práticas para 2026

A Itália é daqueles destinos que não cabem em uma viagem só. São camadas de história, arte, gastronomia e paisagens que mudam completamente de uma região para outra. Mas se você tem 15 dias — e a vontade de fazer valer cada um deles — este roteiro vai te levar de Roma a Veneza com profundidade, sem correria e com aquele equilíbrio entre pontos imperdíveis e momentos de respiro.
Este é o roteiro mais completo da Itália que já publicamos no Bagagem Extra. Dia a dia, com preços reais de 2026, sugestões de transporte entre cidades, onde ficar e onde comer. Pensado para casais, famílias e viajantes que querem mais do que um checklist de selfies — querem viver a Itália.
| Dias | Destino | Noites |
|---|---|---|
| 1 a 3 | Roma | 3 |
| 4 | Nápoles + Pompeia | 0 (bate-volta) |
| 5 e 6 | Costa Amalfitana | 2 |
| 7 e 8 | Florença | 2 |
| 9 e 10 | Toscana (Siena, Val d'Orcia, Chianti) | 2 |
| 11 | Cinque Terre | 0 (bate-volta de Florença/La Spezia) |
| 12 | Milão | 1 |
| 13 | Lago di Como | 0 (bate-volta) |
| 14 e 15 | Veneza | 2 |
Chegue cedo, deixe as malas no hotel e vá direto para o coração de Roma. O Coliseu de manhã, antes das multidões, é uma experiência completamente diferente de visitá-lo ao meio-dia. O ingresso combinado Coliseu + Fórum Romano + Palatino custa cerca de 18 euros (reserva online obrigatória, agendamento por horário). Reserve ao menos 3 horas para o complexo inteiro.
À tarde, caminhe pelo Centro Storico: Piazza Navona, Pantheon (entrada gratuita, mas agora com agendamento de 5 euros), Fontana di Trevi. Termine o dia no bairro de Monti, que tem trattorias autênticas longe das armadilhas turísticas. Uma cacio e pepe decente ali sai por 12-14 euros.
Museus do Vaticano + Capela Sistina: 20 euros o ingresso online (e vale cada centavo para pular a fila que, em alta temporada, chega a 3 horas). A Basílica de São Pedro é gratuita, mas a subida à cúpula custa 8 euros — e a vista de Roma lá de cima é absurda.
À tarde, cruze o Tibre e perca-se por Trastevere. É o bairro mais charmoso de Roma para jantar: ruelas de paralelepípedo, hera nas fachadas, restaurantes com mesas na calçada. Recomendo a Trattoria Da Enzo (chegue antes das 19h ou espere na fila).
A Galleria Borghese é, para muitos, o museu mais bonito da Itália — e exige reserva antecipada (obrigatória, slots de 2 horas, 15 euros). Bernini e Caravaggio num palácio cercado de jardins. Depois, alugue um barquinho no lago do parque Villa Borghese ou simplesmente caminhe entre as árvores.
À tarde, explore a Via Appia Antica de bicicleta (aluguel: 15-20 euros por meio dia) ou visite as Termas de Caracalla. Roma se despede devagar — deixe espaço para um gelato no Giolitti ou na Fatamorgana antes de seguir viagem.
De Roma, o trem de alta velocidade (Trenitalia Frecciarossa ou Italo) chega a Nápoles em 1h10. Preço médio: 20-45 euros cada trecho, dependendo da antecedência. Saindo cedo (7h-8h), você tem o dia inteiro.
Pompeia fica a 30 minutos de trem regional desde Napoli Centrale (linha Circumvesuviana, 3,60 euros). O sítio arqueológico custa 18 euros e merece ao menos 3 horas. É uma cidade inteira congelada no tempo — e muito maior do que as fotos sugerem.
De volta a Nápoles, aproveite para comer a melhor pizza do mundo (literalmente). A Da Michele e a Sorbillo cobram 5-8 euros por uma margherita que vai redefinir seus parâmetros. A cidade é caótica, barulhenta e absolutamente magnética.
Dica: em vez de voltar para Roma, siga direto para a Costa Amalfitana (ônibus SITA de Nápoles/Sorrento ou transfer privado).
A Costa Amalfitana é daquelas paisagens que você reconhece antes de chegar — casinhas coloridas derramadas sobre penhascos, o azul impossível do Tirreno, estradas sinuosas que são ao mesmo tempo apavorantes e cinematográficas.
Positano é o cartão-postal: escadarias, buganvílias, a praia de Spiaggia Grande. É caro (um almoço simples sai por 25-40 euros por pessoa), mas o cenário justifica ao menos uma tarde ali. Desça até a praia, tome um limoncello gelado e absorva.
Amalfi, a cidade que dá nome à costa, tem o Duomo de Sant'Andrea (entrada: 3 euros) e uma energia mais acessível que Positano. Os barcos entre as cidades custam 8-12 euros por trecho e são a melhor forma de se deslocar — sem enfrentar as curvas de ônibus.
Ravello é silêncio. Fica no alto da serra, acima de Amalfi, e tem dois jardins que valem a subida: Villa Rufolo (8 euros) e Villa Cimbrone (10 euros). A vista do Terraço do Infinito, na Cimbrone, é uma das mais bonitas da Itália — sem exagero.
Depois de Ravello, siga para Florença. O trajeto mais prático é voltar a Nápoles (ônibus SITA até Salerno + trem regional, ou transfer direto) e pegar o Frecciarossa para Firenze Santa Maria Novella (2h40, 40-65 euros).
Quero meu roteiro personalizado pela ItáliaFlorença é o berço do Renascimento, e isso não é força de expressão. Em poucas quadras você passa por obras de Botticelli, Michelangelo, Brunelleschi e Giotto — ao ar livre ou dentro de museus que são, eles mesmos, obras de arte.
A Galleria degli Uffizi (25 euros, reserva obrigatória) merece uma manhã inteira. O Nascimento de Vênus e a Primavera de Botticelli, os Leonardos, os Caravaggios — é avassalador. Depois, caminhe até a Piazza del Duomo: a catedral é gratuita, mas a subida à cúpula de Brunelleschi custa 30 euros (passe combinado com batistério, campanário e museu) e vale cada degrau.
Termine o dia cruzando a Ponte Vecchio ao pôr do sol e jantando em San Frediano ou Santo Spirito, do outro lado do Arno — bairros com trattorias mais autênticas e preços mais justos que o centro.
O Mercato Centrale de San Lorenzo é perfeito para um café da manhã demorado (o andar de cima tem bancas gourmet, o térreo é mercado tradicional). Depois, a Galleria dell'Accademia (16 euros, reserva recomendada) — sim, é principalmente para ver o David de Michelangelo, e sim, ele impressiona mesmo quando você já viu mil fotos.
À tarde, suba ao Piazzale Michelangelo a pé (20 minutos de caminhada, gratuito) para a vista panorâmica mais famosa de Florença. Se tiver energia, continue até a Chiesa di San Miniato al Monte — poucos turistas, mosaicos medievais deslumbrantes.
Para esses dois dias, alugar carro é a melhor opção. As estradas da Toscana são parte da experiência — ciprestes enfileirados, colinas douradas, vinhedos até onde a vista alcança. Aluguel de carro compacto: 40-60 euros/dia com seguro básico. Alternativamente, tours guiados saindo de Florença custam 80-150 euros por pessoa (dia inteiro, com degustação de vinhos incluída).
Siena é a rival histórica de Florença — e muitos viajantes se apaixonam mais por ela. A Piazza del Campo (onde acontece o Palio) é talvez a praça mais bonita da Europa. O Duomo de Siena (combinado: 15 euros) é exuberante, com o piso em mosaico de mármore que leva o fôlego.
San Gimignano, a "Manhattan medieval", fica a 40 minutos de carro. As torres de pedra dominam a silhueta da cidade desde o século XIII. Experimente o sorvete da Gelateria Dondoli (campeã mundial) e caminhe pelas muralhas.
A Val d'Orcia é Patrimônio UNESCO e parece um quadro renascentista vivo: Pienza (a "cidade ideal" de Pio II, com pecorino incrível), Montalcino (casa do Brunello — degustação numa cantina: 15-30 euros) e aquela estrada de ciprestes que você viu em todo cartão-postal da Toscana (a Strada di Vitaleta).
Na volta para Florença, pare em alguma vinícola do Chianti Classico. A região entre Greve e Castellina tem dezenas de cantine abertas para degustação (10-25 euros por pessoa, geralmente com bruschetta e embutidos). Um Chianti Classico Riserva direto do produtor sai por 15-25 euros a garrafa — metade do que pagaria no Brasil.
As cinco vilas coloridas penduradas nos penhascos da Ligúria são um dos cenários mais fotografados da Itália. De Florença, o trem até La Spezia leva 2h30 (regional, 15-20 euros). De lá, o trenzinho local conecta todas as cinco vilas em minutos.
O Cinque Terre Card (16 euros/dia) dá acesso aos trens locais e às trilhas entre as vilas. As trilhas mais bonitas: Monterosso a Vernazza (1h30, nível moderado) e Vernazza a Corniglia (1h, vistas espetaculares). Riomaggiore e Manarola são as mais fotogênicas para o pôr do sol.
Almoce trofie al pesto (o pesto lígure é outro nível) e tome um sciacchetrà, o vinho doce local produzido nos terraços da encosta. Volte para La Spezia ou Florença à noite — ou durma em Monterosso se quiser mais calma.
De Florença, o trem de alta velocidade chega a Milano Centrale em 1h40 (30-55 euros). Milão é moda, design e eficiência — mas tem alma, se você souber onde procurar.
Três imperdíveis: o Duomo di Milano (subida aos terraços: 14 euros por elevador, 10 por escada — vale pela vista da cidade com os Alpes ao fundo), a Última Ceia de Leonardo da Vinci (Cenacolo Vinciano, 15 euros — reserva com MESES de antecedência, sem exceção) e a Galleria Vittorio Emanuele II (gratuita, é um shopping de 1877 que parece um palácio).
Para jantar, fuja do Duomo. Os Navigli (antigos canais) têm aperitivo com buffet por 10-15 euros e uma energia boa no fim do dia. O bairro de Brera é mais sofisticado — perfeito para um risotto alla milanese com ossobuco (18-25 euros).
De Milano Centrale, o trem regional chega a Varenna em 1 hora (7-10 euros). Varenna é a base perfeita: menor, mais autêntica e com acesso fácil por ferry a Bellagio e Menaggio.
Bellagio, na ponta da península que divide o lago em dois braços, é elegante sem ser esnobe. Caminhe pelo lungolago, visite os Jardins de Villa Melzi (8 euros) e almoce com vista para as montanhas. O ferry entre Varenna e Bellagio custa 4,60 euros e leva 15 minutos — com uma vista que George Clooney paga milhões para ter da janela (a Villa Oleandra dele fica ali perto, em Laglio).
Villa del Balbianello (13 euros, acessível só de barco ou trilha) é a mais cinematográfica — cenário de Star Wars e 007. Se tiver tempo, vale o desvio.
Volte a Milão no fim da tarde e pegue o trem para Veneza (Frecciarossa, 2h25, 30-50 euros).
Veneza é irreal. Não existe outra cidade assim no planeta — e por mais que você tenha visto fotos, a realidade é mais bonita (e mais estranha) do que imagina. A Piazza San Marco ao amanhecer, quase vazia, é um daqueles momentos que justificam a viagem inteira.
A Basílica de San Marco é gratuita (mas a fila é longa; o fast pass de 3 euros vale). O Palazzo Ducale (25 euros, combinado com museus cívicos) é impressionante — a Ponte dos Suspiros se atravessa por dentro dele. Suba ao Campanile (10 euros) para a vista aérea da cidade.
À tarde, perca-se. Sério. Largue o Google Maps e entre nas ruelas de Dorsoduro ou Cannaregio. Veneza se revela nos becos sem saída, nos canais menores, nas igrejas que você descobre por acaso. Um spritz num bacaro (bar veneziano) com cicchetti (petiscos) custa 3-5 euros e é o aperitivo mais charmoso da Europa.
A gôndola: sim, é turístico. Sim, custa 80 euros (tarifa fixa, até 6 pessoas, 30 minutos). E sim, vale a pena pelo menos uma vez na vida — especialmente ao pôr do sol pelos canais menores.
O vaporetto (transporte público aquático, passe diário: 25 euros) te leva às ilhas da lagoa. Murano é a ilha do vidro — visite uma fornalha em atividade (gratuito, com lojinha no final) e veja os mestres soprando peças a 1000 graus. Burano é a ilha das casas coloridas e da renda — cada fachada de uma cor diferente, refletida nos canais. É absurdamente fotogênica.
Volte a Veneza para um último almoço (recomendo sarde in saor e bigoli in salsa, pratos venezianos clássicos) e um último spritz com vista para o Canal Grande. Veneza é a cidade perfeita para encerrar uma viagem pela Itália — poética, impossível e inesquecível.
Quero meu roteiro personalizado pela ItáliaA espinha dorsal do roteiro. A Itália tem uma malha ferroviária excelente, e os trens de alta velocidade (Frecciarossa, Frecciargento da Trenitalia e o Italo) conectam as principais cidades em tempos absurdamente curtos:
| Trecho | Duração | Preço médio (2026) |
|---|---|---|
| Roma — Nápoles | 1h10 | 20-45 euros |
| Nápoles — Florença | 2h40 | 40-65 euros |
| Florença — Milão | 1h40 | 30-55 euros |
| Milão — Veneza | 2h25 | 30-50 euros |
| Florença — La Spezia | 2h30 | 15-20 euros |
| Milão — Varenna | 1h | 7-10 euros |
Dica de ouro: compre com antecedência (2-4 semanas) pelo app da Trenitalia ou Italo. Os preços variam como passagem aérea — a mesma Roma-Nápoles pode custar 9,90 euros na tarifa Super Economy ou 65 euros no dia.
Essencial para a Toscana (dias 9 e 10) e opcional para a Costa Amalfitana. Aluguel de compacto: 40-60 euros/dia com seguro básico. Estradas pedagiadas (autostrada): 10-20 euros por trecho longo. Combustível: gasolina a 1,85-2,00 euros/litro em 2026.
Atenção: ZTL (Zona a Traffico Limitato) — centros históricos italianos têm câmeras que multam carros não autorizados automaticamente. As multas chegam a 100 euros cada. Não entre de carro em centros de Florença, Siena, Pisa, Lucca, etc.
Costa Amalfitana: ônibus SITA (2-3 euros por trecho, lotados no verão) ou ferry entre vilas (8-12 euros). Cinque Terre: trenzinho regional com Cinque Terre Card (16 euros/dia). Lago di Como: ferry (4-7 euros por trecho).
| Cidade | Bairro recomendado | Preço médio/noite (casal, 2026) |
|---|---|---|
| Roma | Monti, Trastevere, Centro Storico | 120-200 euros |
| Costa Amalfitana | Amalfi (melhor custo-benefício), Praiano | 150-300 euros |
| Florença | Santa Croce, San Frediano, Santo Spirito | 100-180 euros |
| Toscana | Agriturismo (fazenda-hotel) | 80-150 euros |
| Milão | Brera, Navigli, Porta Venezia | 110-180 euros |
| Veneza | Dorsoduro, Cannaregio, Santa Croce | 130-220 euros |
Os agriturismos da Toscana são uma experiência à parte: fazendas com piscina, café da manhã com produtos da propriedade e jantares com vinho da casa. Reserve com antecedência em alta temporada (junho-setembro).
A boa notícia: a Itália é um dos países mais acessíveis da Europa Ocidental para comer bem. A má notícia: as armadilhas turísticas cobram o triplo por comida medíocre. Regra de ouro: quanto mais longe da atração turística, melhor e mais barata a comida.
| Refeição | Preço médio por pessoa (2026) |
|---|---|
| Café da manhã (bar/pasticceria) | 3-5 euros |
| Almoço (trattoria, primo + secondo) | 15-25 euros |
| Pizza (pizzeria autêntica) | 8-14 euros |
| Jantar completo (com vinho) | 30-50 euros |
| Gelato (2 sabores) | 3-4 euros |
| Aperitivo com buffet | 10-15 euros |
Dica: o coperto (taxa de serviço) de 2-3 euros por pessoa é normal e legal na Itália. Já a gorjeta é opcional — arredondar a conta para cima é suficiente. Evite restaurantes com cardápio em 8 idiomas e fotos dos pratos na porta.
| Categoria | Estimativa (casal, 15 dias) |
|---|---|
| Passagem aérea (Brasil — Roma / Veneza — Brasil) | R$ 8.000-14.000 (ida e volta, com conexão) |
| Hospedagem (12 noites) | 1.500-2.400 euros |
| Transporte interno (trens + carro 2 dias) | 400-600 euros |
| Alimentação | 1.200-1.800 euros |
| Ingressos e atividades | 300-450 euros |
| Seguro viagem (obrigatório) | R$ 600-1.000 |
| Total estimado (casal) | R$ 28.000-42.000 |
Esses valores consideram um padrão intermediário-confortável: hotéis 3-4 estrelas, refeições em trattorias boas (não gourmet), transporte em segunda classe. Dá para fazer por menos cortando hospedagem (hostels, Airbnb compartilhado) ou gastar mais com hotéis boutique e restaurantes estrelados.
Para entender melhor como funciona o câmbio e qual a melhor forma de levar dinheiro, leia nosso guia sobre câmbio, cartão internacional e dinheiro em espécie.
A partir de 2026, brasileiros precisam do ETIAS para entrar na Europa (incluindo a Itália). É uma autorização eletrônica, não um visto — custa 7 euros, é válida por 3 anos e permite estadias de até 90 dias. Saiba tudo no nosso guia completo: ETIAS 2026: o que é, como solicitar e quem precisa.
Abril-maio e setembro-outubro: temperaturas agradáveis (18-25 graus C), menos turistas, preços mais baixos. Junho-agosto: calor intenso (35 graus C+ em Roma e sul), multidões, preços no pico. Inverno: frio, mas cidades vazias e preços baixíssimos — perfeito se você não depende de praia.
A Itália pede versatilidade: igrejas exigem ombros e joelhos cobertos, mas o calor do sul pede roupas leves. Sapato confortável é inegociável — você vai andar 15-20 mil passos por dia em paralelepípedo. Confira nosso checklist completo por estação para a Europa.
A Itália é surpreendentemente family-friendly. Horários de jantar tardios (20h+), gelato como suborno universal, praias na Costa Amalfitana, barcos em Veneza. Leia nosso guia específico: Quanto custa uma viagem para a Itália com crianças em 2026.
Quero meu roteiro personalizado pela ItáliaEste roteiro é um excelente ponto de partida — mas a Itália tem tantas variáveis (época do ano, perfil do viajante, orçamento, interesses específicos) que o roteiro perfeito para você provavelmente é diferente do roteiro perfeito para outra pessoa. Talvez você queira mais dias na costa e menos em museus. Talvez viaje com crianças pequenas e precise de um ritmo diferente. Talvez queira incluir a Sicília ou os Dolomitas.
No Bagagem Extra, criamos roteiros sob medida para cada viajante. Não é pacote. Não é agência genérica. É um roteiro pensado para o seu perfil, com reservas recomendadas, logística detalhada e suporte durante a viagem. Se esse roteiro de 15 dias te inspirou, imagine o que fazemos quando conhecemos suas preferências de verdade.
Para quem está planejando uma viagem mais longa pela Europa, nosso roteiro de 3 semanas pela Europa no verão 2026 pode ser um bom complemento. E se vinícolas são o seu interesse principal, compare a Toscana com outros destinos no nosso guia de vinícolas no mundo: Mendoza, Toscana, Douro e Napa comparados.
Quero meu roteiro personalizado pela ItáliaO que vimos, o que reservamos, o que aprendemos sobre como viajar de um jeito que vale a pena. Sem oferta-relâmpago, sem pacote turístico — só travel design honesto.
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