Por que a Argentina é o destino internacional mais pedido do Brasil
Voo curto (3h de SP), sem visto, sem jet lag e um câmbio que historicamente favorece o brasileiro. A Argentina entrega Europa a preço de América do Sul: cafés históricos, vinho honesto, carne de outro nível e — combinando com Bariloche — paisagens de Alpes.
Este roteiro de 10 dias junta o melhor dos dois mundos: a capital portenha e a Patagônia dos lagos.
Quanto custa: casal, 10 dias
| Item | Econômico | Confortável | Premium |
|---|---|---|---|
| Aéreo (GRU-EZE + voo interno) | R$ 3.000 | R$ 4.500 | R$ 7.000 |
| Hospedagem (9 noites) | R$ 2.700 | R$ 6.000 | R$ 14.000 |
| Alimentação | R$ 1.800 | R$ 3.500 | R$ 7.000 |
| Passeios | R$ 900 | R$ 2.000 | R$ 4.500 |
| Transporte local | R$ 500 | R$ 900 | R$ 1.800 |
| Total casal | R$ 8.900 | R$ 16.900 | R$ 34.300 |
Sobre o câmbio: leve parte em reais e troque aos poucos — o câmbio paralelo ("blue") costuma render 15-30% mais que o oficial. Cartão internacional funciona, mas nem sempre pega a melhor cotação. Pergunte no hotel qual a prática do momento, porque as regras mudam.
Dias 1-5: Buenos Aires
Dia 1-2: o clássico bem feito
- San Telmo e suas antiguidades (domingo tem a feira)
- Caminito e La Boca de dia, jantar em parrilla tradicional à noite
- Plaza de Mayo, Casa Rosada, Café Tortoni
Dia 3: Recoleta e Palermo
Cemitério da Recoleta (sério, vale), El Ateneo (a livraria-teatro mais linda do mundo), tarde e noite em Palermo Soho: vitrines, bares de vinho, restaurantes premiados.
Dia 4: experiências portenhas
- Show de tango com jantar (R$ 350-600/pessoa — reserve antes)
- Aula de parrilla ou closed door restaurant (jantar na casa de um chef)
Dia 5: day trip
Tigre e o delta do Paraná de barco, ou San Antonio de Areco pra ver a Argentina dos gaúchos.
Argentina do seu jeito
Parrilla escondida, vinícola em Mendoza, cabana com vista pro lago — a gente monta o roteiro com o que combina com vocês.
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Dias 6-10: Bariloche
Dia 6: chegada e Centro Cívico
Voo BUE-BRC (2h20). Tarde no Centro Cívico, chocolate quente na Rapa Nui e a primeira vista do Nahuel Huapi.
Dia 7: Circuito Chico
O cartão-postal: Llao Llao, Bahía López, Cerro Campanario (a vista mais famosa da Patagônia argentina). Alugue carro ou contrate o passeio — vale o dia inteiro.
Dia 8: Cerro Catedral ou Refugio Frey
No inverno (junho-setembro), esqui no maior centro de ski da América do Sul. No verão, trekking até o Refugio Frey com vista pros paredões de granito.
Dia 9: Ruta de los Siete Lagos
Bate-volta a San Martín de los Andes pela estrada mais cênica da região: sete lagos, mirantes e florestas. Melhor com carro alugado.
Dia 10: chocolate, cerveja e volta
Manhã na Mitre comprando chocolate (Mamuschka > Havanna, anote), almoço em cervejaria artesanal (Patagonia Brewery tem a melhor vista) e voo de volta.
Quando ir
- Junho a setembro: neve em Bariloche, esqui, fondue — e Buenos Aires fria mas charmosa
- Outubro a abril: lagos azuis, trekking, dias longos — Bariloche vira destino de verão
- Evite: feriados argentinos e julho (férias deles + nossas = preços de pico)
FAQ
Quanto custa uma viagem para a Argentina em 2026?
Um casal gasta entre R$ 9.000 (econômico) e R$ 34.000 (premium) em 10 dias com Buenos Aires e Bariloche, incluindo voos, hospedagem, alimentação e passeios.
Precisa de visto ou passaporte para a Argentina?
Visto não. Brasileiros podem entrar só com RG em bom estado (menos de 10 anos de emissão) ou passaporte válido.
Qual a melhor época para Bariloche?
Para neve e esqui: junho a setembro. Para lagos, trilhas e paisagem verde: novembro a março. Outubro e abril são meio-termo com preços menores.
É melhor levar reais, dólares ou usar cartão na Argentina?
Leve parte em espécie (reais ou dólares) para trocar no câmbio paralelo, que costuma render 15-30% mais que o oficial, e use o cartão como reserva. Pergunte a cotação no hotel ao chegar.






